capa_viaÉ com prazer que comparto a publicação, pela Editora Campus – Elsevier, do livro  “A Via Democrática”, e convido para os eventos de lançamento no no dia 11 de agosto, segunda feira, em São Paulo, no Instituto de Estudos e Pesquisas (INSPER), Rua Quatá 300, Vila Olímpia, às 19 horas (confirmar a presença clicando aqui), e no Rio de Janeiro no dia 13 de agosto, quarta feira no Instituto de Estudos e Pesquisas Econômicas Casa das Garças, Av Padre Leonel Franca 135, Gávea, a partir das 18:00 (confirmar a presença aqui). Em ambas as ocasiões haverá um coquetel e uma pequena mesa de apresentação e comentários, com a participação de autores e Sérgio Fausto, em São Paulo, e Merval Pereira no Rio de Janeiro.

Este livro é resultado do seminário internacional realizado na Casa das Garças, no Rio de Janeiro, sobre o “Consenso Democrático para o Desenvolvimento”, no dia 15 de maio de 2013, como parte de um projeto mais amplo desenvolvido pelo Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) em colaboração com o Centre for Development and Enterprise, da África do Sul, e com o Legatum Institute, de Londres. Reúne os quatro trabalhos apresentados no evento –  democracia e desenvolvimento econômico, de Marcos Lisboa e Zeina Latif; democracia e desenvolvimento social,  de Simon Schwartzman e Maina Celidonio Campos; democracia e inovação, de  Renato Pedrosa e Sérgio Queiroz; e democracia e corrupção, de Marcus Melo – que foram posteriormente revistos e traduzidos do original em inglês. Esses capítulos são precedidos de uma versão atualizada de “Democracia e governabilidade” publicado originalmente em América Latina: Desafios da democracia e do desenvolvimento. governabilidade, globalização e políticas econômicas para além da crise (iFHC e Elsevier Editora, 2009), organizado por Fernando Henrique Cardoso e Alejandro Foxley.

No prefácio, escreve Edmar Bacha que “os capítulos deste livro diagnosticam corretamente as mazelas de nossa democracia, as limitações de nossa economia, e delineiam alternativas para lidar de forma mais efetiva com a inovação, a educação, as políticas sociais e a corrupção. Eu agregaria que, entre as tarefas a cumprir, está a adoção de uma estratégia econômica que de fato possa conduzir o país ao chamado Primeiro Mundo”. Adriana Abdenur, do BRICS Policy Center no  Rio de Janeiro,  nota  que  “a proliferação de modelos e ideologias no plano internacional serve como ponto de partida para uma discussão que gira em torno de um eixo duplo. Dadas as incertezas e os novos alinhamentos do pós-Guerra Fria, qual caminho deve ser trilhado para assegurar que a democracia e o desenvolvimento se alimentem mutuamente? Quais padrões e trajetórias aparecem na relação democracia-desenvolvimento, e que lições o Brasil pode aproveitar das experiências alheias? José Álvaro Moisés, da Universidade de São Paulo, lembra que “o Brasil superou impasses estruturais de muitas décadas, redefiniu os rumos de sua economia e adotou políticas sociais inovadoras, mas a qualidade da sua democracia continua em questão, em especial, o sistema de representação política, o controle da corrupção e o funcionamento do presidencialismo de coalizão. O livro traz luz nova sobre essas questões”.

E Adrian Wooldridge,  do The Economist, conclui dizendo que “esta coleção de ensaios não poderia ter vindo em melhor hora. Eles expõem, sem concessões, as falhas da versão brasileira de democracia. Mas também demonstram a enorme força da democracia no Brasil: não só porque garante direitos básicos a todos, mas também porque oferece uma maneira de resolver os problemas que aproveita a criatividade das pessoas. A resposta para os problemas da democracia é a construção de uma democracia melhor. Este livro oferece algumas sugestões valiosas de como isso pode ser feito”.

Nos vemos lá!

 

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