{"id":140,"date":"2007-04-06T11:36:00","date_gmt":"2007-04-06T14:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/?p=140"},"modified":"2013-10-05T20:14:02","modified_gmt":"2013-10-05T23:14:02","slug":"creso-franco-para-alem-dos-computadores-sobre-como-avaliar-a-eficacia-de-programas-educacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/creso-franco-para-alem-dos-computadores-sobre-como-avaliar-a-eficacia-de-programas-educacionais\/","title":{"rendered":"Creso Franco: Para al\u00e9m dos computadores: sobre como avaliar a efic\u00e1cia de programas educacionais"},"content":{"rendered":"<p>O coment\u00e1rio de Claudio toca em um aspecto bastante importante: a diferenca entre resultados de estudos experimentais e de estudos observacionais (surveys). \u00c9 bem conhecido que estudos observacionais podem representar uma base fr\u00e1gil para infer\u00eancias causais. Nos EUA, em torno do ano 2000, a cr\u00edtica aos surveys chegou ao m\u00e1ximo e o governo americano criou o Institute of Education Sciences, \u00f3rg\u00e3o de fomento que s\u00f3 financiava estudos experimentais. A atenc\u00e3o redobrada aos estudos experimentais acabou por ajudar a revelar que, muito frequentemente, estudos experimentais e surveys chegam a resultados discrepantes. A primeira reac\u00e3o foi a de reafirmac\u00e3o da \u00eanfase exclusiva nos estudos experimentais, que seria o m\u00e9todo adequado para a obtenc\u00e3o dos resultados corretos. Os anos (e muito investimento de pesquisadores) trouxeram de volta o bom senso: surveys podem representar problemas para infer\u00eancias causais, mas os estudos experimentais tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e3o livres de s\u00e9rios problemas. O principal deles \u00e9 o apontado por Claudio, relacionado com a diferenca entre experimento em pequenas dimens\u00f5es e implantac\u00e3o de pol\u00edtica p\u00fablica em larga escala. H\u00e1 outras limitac\u00f5es importantes nos experimentos, que fogem ao veio principal desta mensagem.<\/p>\n<p>No ano passado, o Institute of Education Sciences aprovou um grande financiamento para que pesquisadores estudassem o tema da reforma da high school de Chicago, a despeito de os pesquisadores argumentarem explicitamente acerca da inadequac\u00e3o de randomised trial study face a seus objetivos. Isso seria impens\u00e1vel cinco anos atr\u00e1s. Consultei hoje a p\u00e1gina do IES e observei que o card\u00e1pio est\u00e1 muito mais plural.<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O coment\u00e1rio de Claudio toca em um aspecto bastante importante: a diferenca entre resultados de estudos experimentais e de estudos observacionais (surveys). \u00c9 bem conhecido que estudos observacionais podem representar uma base fr\u00e1gil para infer\u00eancias causais. 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