{"id":1961,"date":"2010-11-29T19:07:37","date_gmt":"2010-11-29T22:07:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/?p=1961"},"modified":"2023-10-10T08:04:36","modified_gmt":"2023-10-10T11:04:36","slug":"a-questao-da-diversidade-do-ensino-medio-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/a-questao-da-diversidade-do-ensino-medio-2\/","title":{"rendered":"A quest\u00e3o da diversidade do ensino m\u00e9dio"},"content":{"rendered":"<div class='__iawmlf-post-loop-links' style='display:none;' data-iawmlf-post-links='[{&quot;id&quot;:684,&quot;href&quot;:&quot;http:\\\/\\\/schwartzman.org.br\\\/simon\\\/divmedio.pdf&quot;,&quot;archived_href&quot;:&quot;&quot;,&quot;redirect_href&quot;:&quot;&quot;,&quot;checks&quot;:[],&quot;broken&quot;:false,&quot;last_checked&quot;:null,&quot;process&quot;:&quot;done&quot;}]'><\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2010\/11\/medios1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-1962\" title=\"medios\" src=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2010\/11\/medios1-300x269.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"269\" srcset=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2010\/11\/medios1-300x269.jpg 300w, https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2010\/11\/medios1.jpg 755w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 85vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"_mcePaste\">Nos dias 25 e 26 de outubro o Instituto Unibanco organizou um grande semin\u00e1rio, com quase mil participantes, sob o tema de \u201ccomo aumentar a audi\u00eancia no Ensino M\u00e9dio?\u201d O gr\u00e1fico ao lado, com dados da PNAD 2009, resume a situa\u00e7\u00e3o. Cerca de 60% dos jovens no Brasil entram hoje no ensino m\u00e9dio aos 16 anos, e outros entram mais tarde. Aos 18 anos, 30% ainda est\u00e3o estudando neste n\u00edvel, e 19% j\u00e1 conclu\u00edram. At\u00e9 os 30 anos de idade, 45% ter\u00e3o conclu\u00eddo o ensino m\u00e9dio ou superior, e 55% nunca concluir\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Para lidar com o problema, o Instituto Unibanco tem dois projetos, o \u201cJovem de Futuro\u201d, que ap\u00f3ia com recursos financeiros e t\u00e9cnicos a gest\u00e3o de escolas p\u00fablicas que desenvolvam um plano de melhoria de qualidade definido por elas mesmas, e o \u201cEntre Jovens\u201d, que traz estudantes de licenciatura para atividades de tutoria com alunos da primeira s\u00e9rie do ensino m\u00e9dio, tamb\u00e9m em escolas p\u00fablicas. Em 2009, o \u201cJovem de Futuro\u201d apoiou cerca de 60 mil alunos em 86 escolas, e o \u201cEntre Jovens\u201d, cerca de 20 mil jovens em 176 escolas<\/div>\n<div><\/div>\n<div id=\"_mcePaste\">Com os dois projetos, o Instituto trata de melhorar o funcionamento das escolas e o atendimento aos estudantes, fazendo com que eles se interessem mais pelos cursos e n\u00e3o o abandonem, mas sem colocar em quest\u00e3o os objetivos e o conte\u00fado do ensino m\u00e9dio que \u00e9 ensinado. No entanto, para alguns dos palestrantes do semin\u00e1rio \u2013 entre os quais Claudio de Moura Castro, Francisco Soares e eu \u2013 \u00e9 essencial abrir alternativas e criar mais op\u00e7\u00f5es para os estudantes neste n\u00edvel de educa\u00e7\u00e3o, como ocorre em quase todo mundo menos no Brasil. Vanessa Guimar\u00e3es, Secret\u00e1ria de Estado de Educa\u00e7\u00e3o de Minas Gerais, tamb\u00e9m falou sobre a import\u00e2ncia de fazer com que as escolas de ensino m\u00e9dio ofere\u00e7am uma educa\u00e7\u00e3o condizente e adequada aos alunos que recebem, ao inv\u00e9s tentar for\u00e7\u00e1-los a absorver um curr\u00edculo sobrecarregado de 14 ou mais mat\u00e9rias que \u00e9 o que existe atualmente.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Na minha apresenta\u00e7\u00e3o, que e<a href=\"http:\/\/schwartzman.org.br\/simon\/divmedio.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">st\u00e1 dispon\u00edvel aqui<\/a>, eu procuro mostrar que o engessamento do ensino m\u00e9dio brasileiro vem da pr\u00f3pria Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o de 1996, e \u00e9 refor\u00e7ado pelo ENEM que, no seu formato atual, n\u00e3o abre espa\u00e7o para op\u00e7\u00f5es. Um efeito particularmente perverso desta legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 o atrofiamento do ensino t\u00e9cnico no pa\u00eds, que, ao inv\u00e9s de ser uma alternativa, se transformou em um peso adicional aos alunos que querem este tipo de forma\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que ela n\u00e3o dispensa que eles fa\u00e7am tamb\u00e9m o curr\u00edculo do ensino m\u00e9dio tradicional.<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos dias 25 e 26 de outubro o Instituto Unibanco organizou um grande semin\u00e1rio, com quase mil participantes, sob o tema de \u201ccomo aumentar a audi\u00eancia no Ensino M\u00e9dio?\u201d O gr\u00e1fico ao lado, com dados da PNAD 2009, resume a situa\u00e7\u00e3o. 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