{"id":4639,"date":"2013-09-30T10:57:43","date_gmt":"2013-09-30T13:57:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/?p=4639"},"modified":"2013-10-01T07:20:41","modified_gmt":"2013-10-01T10:20:41","slug":"aumentou-o-analfabetismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/aumentou-o-analfabetismo\/","title":{"rendered":"Aumentou o analfabetismo?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/analfa.tiff\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-4640\" alt=\"analfa\" src=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/analfa.tiff\" \/><\/a>A PNAD 2012 indicou que o total de analfabetos no Brasil (pessoas que declaram n\u00e3o saber ler e escrever) \u00a0aumentou em 317 mil desde o ano anterior. Este resultado foi bastante comentado na imprensa, apesar de os t\u00e9cnicos do IBGE terem dito que se trata, muito provavelmente, de uma flutua\u00e7\u00e3o estat\u00edstica sem maior significado.<\/p>\n<p>As tabelas ao lado permitem ver melhor o que ocorre. Em termos absolutos, a maior parte do aumento se deu entre pessoas acima de 50 anos. A tabela seguinte em percentagens, mostra que a propor\u00e7\u00e3o de jovens analfabetos continua se reduzido, ficando restrita, cada vez mais, aos mais velhos.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o \u00e9 que, embora nossa educa\u00e7\u00e3o tenha muitos problemas, este n\u00e3o \u00e9 um deles. Ou se trata, de fato, de uma flutua\u00e7\u00e3o estat\u00edstica sem maior significa\u00e7\u00e3o (n\u00e3o podemos esquecer que estes dados s\u00e3o de uma pesquisa amostral, com estimativas baseadas em proje\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o), ou estamos importando analfabetos idosos, ou muitas pessoas mais velhas que antes eram alfabetizadas agora esqueceram o que sabiam.<\/p>\n<p>Estes dados tamb\u00e9m confirmam que \u00e9 muito dif\u00edcil alfabetizar pessoas mais velhas, que passaram grande parte de sua vida adulta sem ler e escrever. \u00a0O problema do analfabetismo absoluto no Brasil est\u00e1 concentrado nesta popula\u00e7\u00e3o mais velha das regi\u00f5es mais pobres, pessoas que n\u00e3o tiveram na juventude as oportunidades que as gera\u00e7\u00f5es mais jovens est\u00e3o tendo. \u00a0O problema do analfabetismo funcional persiste &#8211; pessoas que, embora minimamente alfabetizadas, n\u00e3o conseguem entender o que l\u00eam nem se expressar por escrito. Mas isto a PNAD n\u00e3o capta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A PNAD 2012 indicou que o total de analfabetos no Brasil (pessoas que declaram n\u00e3o saber ler e escrever) \u00a0aumentou em 317 mil desde o ano anterior. Este resultado foi bastante comentado na imprensa, apesar de os t\u00e9cnicos do IBGE terem dito que se trata, muito provavelmente, de uma flutua\u00e7\u00e3o estat\u00edstica sem maior significado. As &hellip; <a href=\"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/aumentou-o-analfabetismo\/\" class=\"more-link\">Continue reading<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;Aumentou o analfabetismo?&#8221;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_crdt_document":"","footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-4639","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-educacao-basica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4639","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4639"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4639\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4656,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4639\/revisions\/4656"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4639"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4639"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4639"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}