{"id":54,"date":"2006-04-08T19:51:00","date_gmt":"2006-04-08T22:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/?p=54"},"modified":"2008-08-03T18:14:18","modified_gmt":"2008-08-03T21:14:18","slug":"metodos-de-alfabetizacao-contribuicao-de-luiz-carlos-faria-da-silva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.schwartzman.org.br\/sitesimon\/metodos-de-alfabetizacao-contribuicao-de-luiz-carlos-faria-da-silva\/","title":{"rendered":"M\u00e9todos de alfabetiza\u00e7\u00e3o: contribuicao de Luiz Carlos Faria da Silva"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-style: italic;\">O professor Luiz Carlos Faria da Silva, do Departamento de Fundamentos de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual de Maring\u00e1, manda a contribui\u00e7ao abaixo sobre o tema.<\/span><\/p>\n<p>(v\u00e1rias pessoas continuam recebendo copias destas notas com caracteres chineses ou outros no lugar das letras acentuadas. Quando isto ocorrer, \u00e9 melhor clicar no link do blog ao final da mensagem, e ver o texto original na Internet).<\/p>\n<p>Eis o que diz Luiz Carlos:<\/p>\n<p>O termo construtivismo n\u00e3o \u00e9 de uso cient\u00edfico. Ele tem uso formalizado somente na alta Matem\u00e1tica e na Arte. Em educa\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 defini\u00e7\u00e3o formal de construtivismo. Menos ainda de alfabetiza\u00e7\u00e3o construtivista. Ao contr\u00e1rio, h\u00e1 tantas no\u00e7\u00f5es de construtivismo quanto pedagogos. Alfabetiza\u00e7\u00e3o construtivista \u00e9 uma express\u00e3o cujo conte\u00fado \u00e9 completamente l\u00e1bil. Logo&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o existe no Brasil, h\u00e1 pelo menos 25 anos, curso de Pedagogia ou Letras que ensine o que \u00e9 e como se aplica a instru\u00e7\u00e3o f\u00f4nica na alfabetiza\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio. Quando se fala hoje em instru\u00e7\u00e3o f\u00f4nica pensa-se no ba-be-bi-bo-bu. Isso \u00e9 apresentado como contra-exemplo, h\u00e1 quase 30 anos, em todas as Faculdades de Educa\u00e7\u00e3o e Letras do pa\u00eds. Mas n\u00e3o \u00e9 instru\u00e7\u00e3o f\u00f4nica.<\/p>\n<p>\u00c9 de doer a desinforma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica revelada nas reportagens e cartas veiculadas ultimamente pelo Jornal Folha de S\u00e3o Paulo na cobertura do \u201cdebate\u201d sobre alfabetiza\u00e7\u00e3o. Quando \u00e9 coisa de jornalistas e leitores, menos mal. Mas quando \u00e9 coisa de doutores em educa\u00e7\u00e3o, inclusive de altos dirigentes da universidade e da educa\u00e7\u00e3o nacional, \u00e9 grave.<\/p>\n<p>Levantamentos parciais indicam que a instru\u00e7\u00e3o f\u00f4nica (desenvolvimento de consci\u00eancia fon\u00eamica e ensino expl\u00edcito e sistem\u00e1tico do princ\u00edpio alfab\u00e9tico), como meio de quebrar o c\u00f3digo alfab\u00e9tico, est\u00e1 ausente da forma\u00e7\u00e3o de educadores h\u00e1 d\u00e9cadas no Brasil.<\/p>\n<p>Ora, a consci\u00eancia fon\u00eamica e o dom\u00ednio do princ\u00edpio alfab\u00e9tico s\u00e3o, segundo amplo consenso entre pesquisadores de todo o mundo, os fatores com maior capacidade de predi\u00e7\u00e3o do sucesso na alfabetiza\u00e7\u00e3o em todas as l\u00edngua alfab\u00e9ticas.<\/p>\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edficas suficientemente acumuladas de que o desenvolvimento da consci\u00eancia fonol\u00f3gica tr\u00e1s benef\u00edcios inclusive para o aprendizado de leitura em l\u00edngua cujo sistema de escrita \u00e9 logogr\u00e1fico ou morfo-sil\u00e1bico, como o chin\u00eas, sil\u00e1bico, como o kanji japon\u00eas, ou alfab\u00e9tico como o hangul coreano, conforme mostra Charle Perfetti, pesquisador do LRDC &#8211; Learning Research Development Center, na University of Pittsburgh e do CNBC \u2013 Center for Neural Basis of  Cognition, al\u00e9m de Ying Liu e Julie Fiez, tamb\u00e9m do LRDC, e Li-Hai Tan, da Hong Kong University.<\/p>\n<p>Qualquer consulta aos dados sobre m\u00e9dia de idade dos professores brasileiros mostra que \u00e9 \u00ednfimo o n\u00famero de alfabetizadores e\/ou professores de Ensino Fundamental cuja forma\u00e7\u00e3o superior terminou h\u00e1 mais de 25 anos. A idade m\u00e9dia dos professores de pr\u00e9-escola e classe de alfabetiza\u00e7\u00e3o era, por volta de 1996, de 32 anos. E os professores de 1\u00aa \u00e1 4\u00aa s\u00e9ries tinham em m\u00e9dia, nessa mesma \u00e9poca, 35 anos. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 do Censo do Professor de 1997 feito pelo MEC\/INEP.<\/p>\n<p>Detalhe: a porcentagem de professores de 1\u00aa a 4\u00aa s\u00e9ries do Ensino Fundamental no Brasil graduados em curso superior j\u00e1 era de 48%  h\u00e1 dez anos, segundo o mesmo Censo do Professor de 1997. Hoje essa porcentagem \u00e9 certamente muito maior. E a m\u00e9dia de idade dos professores, tudo leva a crer, caiu.<\/p>\n<p>Sendo assim, quantos ser\u00e3o hoje no Brasil, e onde atuar\u00e3o professores de Ensino Fundamental, diretores de escolas, supervisores pedag\u00f3gicos, assessores de Secret\u00e1rios de Educa\u00e7\u00e3o e t\u00e9cnicos dessas secretarias, que terminaram suas forma\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas de n\u00edvel superior h\u00e1 mais de 25 anos, portanto, fora da influ\u00eancia da concep\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o e de alfabetiza\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nica em todos os centros de forma\u00e7\u00e3o superior de educadores do pa\u00eds nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX?<\/p>\n<p>Onde se pode encontrar, nesse per\u00edodo, uma prova sequer de concurso para professor ou especialista em educa\u00e7\u00e3o das redes p\u00fablicas de ensino cujas quest\u00f5es n\u00e3o estivessem alinhadas com essa concep\u00e7\u00e3o educacional?<\/p>\n<p>Os que terminaram seus cursos de Pedagogia a partir de 1985 nunca ouviram, a respeito de alfabetiza\u00e7\u00e3o, nas Faculdades de Educa\u00e7\u00e3o, outra coisa a n\u00e3o ser Lev Vygotsky, Paulo Freire, Em\u00edlia Ferreiro, Ana Teberosky, Telma Weisz e Magda Soares.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 25 anos no Brasil n\u00e3o se ensina nada nos termos dos achados cient\u00edficos que todas as revis\u00f5es de literatura dos \u00faltimos anos confirmam, em todo o mundo:<\/p>\n<p>a &#8211; No <span style=\"font-style: italic;\">NRP Report<\/span> nos EUA.<\/p>\n<p>b &#8211; No <span style=\"font-style: italic;\">Rapport 2005-123 <\/span>do ONL na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>c &#8211; No <span style=\"font-style: italic;\">Rose Review,<\/span> do Dfes na Inglaterra.<\/p>\n<p>d &#8211; No <span style=\"font-style: italic;\">National Inquiry into the Teaching of Literacy Report,<\/span> na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>e &#8211; No <span style=\"font-style: italic;\">Shapira Committee <\/span>em Israel.<\/p>\n<p>f &#8211; No balan\u00e7o dos achados cient\u00edficos dos estudos que o NICHD financiou em seu programa de pesquisas, iniciado em 1965, a fim de que cientistas de todo o mundo explicassem: como as crian\u00e7as aprendem a ler? Por que algumas aprendem mais facilmente que outras?  O que funciona melhor para ensinar a ler cada um desses tipos de crian\u00e7as?<\/p>\n<p>N\u00f3s testamos habilidades de leitura de crian\u00e7as de 2\u00aa s\u00e9rie de escolas municipais de tr\u00eas cidades do Paran\u00e1. Os testes foram elaborados por Jo\u00e3o Batista Ara\u00fajo e Oliveira, aplicados sob minha supervis\u00e3o. E tiveram relev\u00e2ncia estat\u00edstica para toda a coorte de alunos de 2\u00aa s\u00e9rie das redes em que os testes foram aplicados. Com os crit\u00e9rios de desempenho em leitura baseados <span style=\"font-style: italic;\">no Beginning to Read: Thinking and Learning About Print, da Marilyn Jaeger Adams e no Early Reading Instruction: What Science Really Tells Us About How Do Teaching Reading<\/span>, da Diane Mcguinness.<\/p>\n<p>\u00c9 uma trag\u00e9dia. Mais de 60% dos alunos n\u00e3o alfabetizados no in\u00edcio da 2\u00aa s\u00e9rie. Isso \u00e9 comum nas redes p\u00fablicas de escolas do Brasil. Os dados do SAEB apresentam ind\u00edcios de que isso ocorre. E n\u00f3s o comprovamos diretamente. Os alunos seguem a vida escolar aos trancos. Acumulam fracassos at\u00e9 a 4\u00aa s\u00e9rie. A falta de \u00eaxito na alfabetiza\u00e7\u00e3o dificulta o dom\u00ednio da leitura. E o malogro no dom\u00ednio da leitura lesa a capacidade de ler para aprender da 5\u00aa s\u00e9rie em diante.<\/p>\n<p>Resultado? Uma legi\u00e3o de alunos ineptos para usar a leitura como meio de se instruir.  Todos com diploma de 8\u00aa s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 obra de quem?<\/p>\n<p>De marcianos?<\/p>\n<p>Ou do baronato de doutores das faculdades de educa\u00e7\u00e3o e letras associados ao establishement burocr\u00e1tico-pedag\u00f3gico, \u00e0s ONGs, aos grupos de influ\u00eancia e de press\u00e3o que dominam a educa\u00e7\u00e3o nacional, p\u00fablica e privada, desde a redemocratiza\u00e7\u00e3o no final da d\u00e9cada de 70 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 80?<\/p>\n<p>Tomara que n\u00e3o inventem uma disputa pol\u00edtica PSDB \/ PT para ver quem \u00e9 respons\u00e1vel por isso. Em quest\u00e3o de alfabetiza\u00e7\u00e3o e de did\u00e1tica h\u00e1 mais acordo entre o PSDB e o PT que entre o Malan e o Palocci.<\/p>\n<p>Aqui no Brasil as coisas n\u00e3o ser\u00e3o diferentes do que ocorre na Fran\u00e7a atualmente (voc\u00eas conhecem o affaire Laforgue?) e do que ocorreu nos EUA se quisermos realizar a recupera\u00e7\u00e3o da efetividade da educa\u00e7\u00e3o escolar na alfabetiza\u00e7\u00e3o e ensino de leitura.<\/p>\n<p>A Linnea Ehri, <span style=\"font-style: italic;\">Panel Member<\/span> do <span style=\"font-style: italic;\">National Reading Panel<\/span>, conta, em um memorial de sua vida de pesquisa cient\u00edfica, feito para a confer\u00eancia de recep\u00e7\u00e3o de um pr\u00eamio da <span style=\"font-style: italic;\">Society for the Scientific Studies of Reading<\/span>, o seguinte, falando sobre um artigo seu cuja publica\u00e7\u00e3o foi rejeitada pela <span style=\"font-style: italic;\">Reading Research Quarterly, <\/span>a revista da <span style=\"font-style: italic;\">IRA &#8211; International Reading Literacy<\/span>:<\/p>\n<p><span style=\"font-style: italic;\">Normally my reaction to negative reviews is, first, to let the anger subside, and then to consider the criticisms and try to devise ways to address them, either with logic or additional data. However, in this case, there was nothing to address. The entire study had been rejected as insignificant. So we sent the paper to Child Development, a highly respected journal, where it was published (Ehri &amp; Roberts, 1979). A year later, we conducted another similar study with findings supporting the first study (Ehri &amp; Wilce, 1980). We submitted this study to the same reading journal, now with new editors. This time it was accepted for publication and in fact received an award from IRA, indicating that this research did have value.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-style: italic;\">However, the resistance to reading research that focused on words, phonemes, and letters only grew stronger in subsequent years, as more data appeared supporting its importance for learning to read. What kind of resistance was this? Unfortunately, it was not scientifically conducted studies. Quite the contrary. Science was denounced as a means of providing answers to questions. Name calling tactics were employed. For example, I recall attending a symposium, entitled &#8220;Researching Whole Language&#8221; at the 1989 AERA meeting. Rich West, Keith Stanovich and I stood at the back of a very crowded room. We found ourselves the target of criticism as one speaker contrasted whole language research to traditional research. He criticized traditional researchers for going into schools and conducting studies that have not been designed through collaboration with the teachers and do not address needs that teachers feel are most important. He branded these researchers &#8220;academic rapists.&#8221; This was clearly an attitude shaping tactic intended to turn educators against an approach to research that had produced evidence challenging whole language beliefs.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-style: italic;\">Another example of the use of maligning language to prejudice educators occurred during a conference that was organized by IRA and the Center for the Study of Reading for the purpose of presenting the latest research to publishers of reading programs. Marilyn Adams was on the program talking about the book she had just written, Beginning to Read: Thinking and Learning about Print (Adams, 1990) which reviewed much of the research on beginning reading processes that I and others had published. Joanna Williams and I were discussants for Marilyn&#8217;s presenta-tion. Later in the day, another discussant who was a whole language advocate expressed disagreement with Adams and branded all of us &#8220;phonicators.&#8221; Since then Marilyn has been the target of many such attacks. Her book has been referred to as the work of the devil. At an IRA meeting, many people heard a whole language leader assert publicly that Marilyn should be &#8220;shot with a silver bullet,&#8221; implying that she was a vampire.<\/span><\/p>\n<p>E Laurent Laforgue, da Academia de Ci\u00eancias da Fran\u00e7a, Professor do IH\u00c9S \u2013 <span style=\"font-style: italic;\">Institut des Hautes \u00c9tudes Scientifiques<\/span>, Medalha Fields em 2002, equivalente ao Pr\u00eamio Nobel no campo das matem\u00e1ticas (n\u00e3o h\u00e1 Pr\u00eamio Nobel de Matem\u00e1tica), no n\u00famero de fevereiro da Revue Parlamentaire:<\/p>\n<p><span style=\"font-style: italic;\">Nous les d\u00e9fenseurs de l&#8217;\u00e9cole nous adressons aux personnalit\u00e9s politiques de toutes les sensibilit\u00e9s. L&#8217;\u00e9cole est la plus pr\u00e9cieuse institution de la R\u00e9publique et ne pourra \u00eatre sauv\u00e9e de la ruine que si toutes les tendances politiques reconnaissent la n\u00e9cessit\u00e9 d&#8217;une rupture radicale avec les politiques suivies depuis trente ou quarante ans. L&#8217;annonce par M. de Robien d&#8217;un retour aux m\u00e9thodes alphab\u00e9tiques-syllabiques est remarquable car elle rompt avec ce que les responsables de l&#8217;\u00c9ducation nationale ont dit et impos\u00e9 depuis des d\u00e9cennies. J&#8217;esp\u00e8re que ce premier pas important sera suivi de beaucoup d&#8217;autres.<\/span><\/p>\n<p>Vamos ver at\u00e9 quando o Brasil vai ser enganado por pedagogias ineficazes. At\u00e9 quando a sociedade vai tolerar esse crime de lesa-p\u00e1tria?<\/p>\n<p>A escola brasileira em geral n\u00e3o sabe mais ensinar a ler. O pa\u00eds joga uma montanha de dinheiro fora. Enquanto n\u00e3o reaprendem a ensinar crian\u00e7as a ler,  v\u00e3o aumentando o n\u00famero de dias letivos, fazer Ensino Fundamental de 9 anos, escola de tempo integral. Mais aula e mais tempo de perman\u00eancia numa escola ineficaz para ensinar a ler significa mais dinheiro malbaratado. E a sociedade inchar\u00e1 ainda mais com gente que desiste da escola, que n\u00e3o encontra nela nenhum valor e utilidade social pelos quais valha a pena l\u00e1 permanecer.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de tudo est\u00e1 o fracasso na alfabetiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 o Efeito Mateus.<\/p>\n<p>Um Ministro que sabe disso e n\u00e3o toma atitudes imediatas n\u00e3o me parece corajoso.<\/p>\n<p>PS.: Pai de um menino de 7 anos e meio e de uma menina de 6 anos aos quais fui obrigado a proteger da alfabetiza\u00e7\u00e3o em escola regular. Eles foram alfabetizados em casa, por mim e por minha esposa, antes que o Estado brasileiro me obrigasse a matricul\u00e1-los na escola.<\/p>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O professor Luiz Carlos Faria da Silva, do Departamento de Fundamentos de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Estadual de Maring\u00e1, manda a contribui\u00e7ao abaixo sobre o tema. (v\u00e1rias pessoas continuam recebendo copias destas notas com caracteres chineses ou outros no lugar das letras acentuadas. 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